sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Fernanda Rafaeli Gomes


TEXTOS & PRETEXTOS


Webjornalismo, Jornalismo Eletrônico, Jornalismo Digital, Jornalismo Online ou Ciberjornalismo?(Com o apoio do artigo publicado pela Professora Doutora Luciana Mielniczuk, da UFBA)

Apesar do boom da Internet para fins jornalísticos ter acontecido há 10 anos, alguns conceitos ainda não estão sólidos. Norte-Americanos utilizam os termos Jornalismo Digital ou Jornalismo Online e os autores de língua espanhola preferem Jornalismo Eletrônico. O autor Helder Bastos utiliza a equação: Jornalismo Eletrônico = Jornalismo Digital + Jornalismo Online, onde "fazer apuração" é Jornalismo Online e desenvolver e disponibilizar produtos é Jornalismo Digital. Trabalhar em um computador para gerenciar um banco de dados no momento de elaborar uma matéria é um exemplo da prática do Ciberjornalismo. Já o termo Online nos leva à idéia de conexão em tempo real, mas nem tudo o que é digital é Online.
Na rotina de um jornalista estão presentes estes conceitos: você está assistindo a uma fita VHS em sua empresa de comunicação (Jornalismo Eletrônico), depois utiliza o e-mail para se comunicar com seu editor ou fonte (Jornalismo Online), consulta uma edição do veículo em CD-ROM (Jornalismo Digital), verifica dados armazenados em seu computador (Ciberjornalismo) e lê materiais disponibilizados na web (Webjornalismo).
Conteúdos desenvolvidos para web têm uma trajetória de três momentos: 1) Webjornalismo de Primeira Geração: Em sua maioria, são simplesmente cópias para a web de conteúdo de jornais impressos. 2) Webjornalismo de Segunda Geração: As publicações para web começam a explorar as potências do ambiente, como e-mail, links e as seções Últimas Notícias. 3) Webjornalismo de Terceira Geração: São sites jornalísticos que extrapolam a idéia de uma versão para a web de um jornal impresso já existente. E finalmente, existem espaços diferenciados para o tratamento da informação jornalística dentro do webjornal. São eles: Últimas Notícias, sempre anunciadas na primeira tela e disponibilizadas de maneira imediata; Cobertura Cotidiana, são matérias da cobertura rotineira do veículo e que ocupam o espaço de UMA TELA e Especiais, que referem-se a material informativo mais extenso, elaborado com mais tempo e que ocupam seções específicas do webjornal.
OBS.: As proposições realizadas pela autora do material são somente uma contribuição para a discussão e formulação do repertório que necessita ser desenvolvido.

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Marlova Vieira


TEXTOS & PRETEXTOS

Os recursos e os veículos de comunicação online(Com o apoio do material de Danielle Claudino de Freitas. Os Recursos e os veículos de comunicação online.Artigo "O hipertexto e a redução da notícia". Vitória-ES, UFES, 2002)

Ok. Let's go.Logo ao iniciar a leitura do texto O hipertexto e a redução da notícia, um trecho se destaca: a parte em que se justifica o porquê da redução das notícias. Entre tantos motivos, um deles chama mais a atenção, talvez por espalhar uma centelha nas nossas adormecidas teorias da conspiração. "...Interesses excusos dos meios de comunicação..."A esta parte cabe a lembrança de um fato político imperdível, porém natimorto (como todos os últimos 100 mil fatos políticos no Brasil): Renan Calheiros. A votação foi ontem, 12 de setembro, e todo mundo já ouviu e viu e blá, blá, blá.Tomo a liberdade de aplicar a generalização: todos tem seus interesses excusos. Quem elege, quem vota, quem fala e quem silencia. E principalmente nós, os cidadãos comprovadamente corruptos, a quem deve ser atribuída a culpa pela mazela governamental. Sem ironia, mas de nada adianta ficar reclamando que o "cara é malandro, roubou o senado (nem roubou, se utilizou do cargo e poder para benefício financeiro próprio), sem fazer nada, a não ser continuar não dando sinal quando mudar de via e a colocar um real a mais na nota de reembolso da "firma"."...Interesses excusos dos meios de comunicação..."

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Leandro Dóro




TEXTOS & PRETEXTOS

O redator de web e a titulação na publicação on-lineAs idéias regem a estrutura da notícia (Com o apoio do capítulo16 - O Redator web e a titulação na publicação online, do livro "Jornalismo na Internet, de José Benedito Pinho.)

As idéias regem a estrutura da notícia para web, segundo Landsberger (2002). As idéias principais devem ser dispostas no topo da tela e as demais abaixo. O lay-out da página deve ser facilmente reconhecível pelos leitores. Privilegiar frases simples — uma idéia por grupo de palavras —, evitando termos técnicos. Os dados mais difíceis devem ser apresentados em páginas subseqüentes. Cheque a ortografia e faça provas impressas da sua página, também executando uma formatação que se coadune à formatação da página, assim como utilizar imagens que reforcem e/ou destaquem o texto, respeitando o design do veículo. O redator de web precisa desenvolver relacionamentos permanentes com colaboradores, com fontes e com os públicos interno e externo para garantir que um conteúdo moderno e relevante seja apresentado na página. Os títulos são a ponta de lança para gerar interesse em uma notícia. Primeiro é preciso ligar a notícia a uma cartola: cultura, política, opinião, política, etc. A primeira opção é criar títulos simples e sintéticos que permitam listar diversas matérias. Outra alternativa é divulgar a hora em que a notícia foi publicada. As matérias de maior fôlego podem ser acompanhadas de resumos. A interatividade também deve ser explorada, oferecendo links para o leitor seguir a pesquisa sobre o tema. Ainda é possível oferecer outros pontos de vista sobre o tema, através de links para notícias paralelas a principal.

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Lizi Lima


TEXTOS & PRETEXTOS


Internet, Velocidade e Credibilidade da Notícia(Com o apoio do artigo "Internet, Velocidade e Credibilidade da Notícia", de Leão Serva)

As críticas e aspectos da rede mundial de computadores repetem quase literalmente ataques a cada meio que foi surgindo na história do planeta, desde de livros impressos no início da era de Gutemberg até a televisão.
Webjornalismo
Muitos críticos tem se dedicado a atacar o apressamento do meio como fator de perda de qualidade da notícia que veicula. Como existe entre outros leitores das mais diversas formações e extratos sociais um absoluto desconhecimento sobre como é o funcionamento interno e como é a produção de jornais, o desconhecimento faz com que os observadores tenham a sensação com que as formas exteriores se manifestam. Muito do contrário, a estrutura das redações tem mudado ao longo do tempo enquanto ocorrem verdadeiras revoluções de jornalismo, nas formas de publicação e veiculação da informação.
Sobre a notícia em tempo real
O surgimento da internet significa sua plataforma a mais para distribuir informações que antes distribuíam por meios semelhantes. Companhia que trabalham com informação e precisa dessa matéria-prima com rapidez. Geralmente por serem serviços caros são contratados por corporações para o uso de diversos funcionários em redes internas. A internet barateou o sistema de distribuição e assim essas companhias jornalísticas puderam aumentar seu público potencial.
Jornais não são feitos a mão
As redações usam a internet todo o tempo em diversas etapas de seu trabalho de produção do jornal: para receber notícias, para comunicação das equipes com o mundo e entre eles mesmos e suas fontes a internet é usada normalmente nos próprios computadores empregados para produção de texto. Os acadêmicos e críticos se voltam intensamente para os possíveis negativos da velocidade da internet sobre a qualidade da informação, atribuído um caráter de essência e inclusive ocorrência ocidentais em razão dessa tensão desequilibrada.

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Victor Hugo Rodríguez Júnior


TEXTOS & PRETEXTOS


Natureza do texto jornalístico digital (Com o apoio do capítulo15 - Natureza do texto jornalístico digital, do livro "Jornalismo na Internet, de José Benedito Pinho.)


Ao longo do tempo várias mídias foram surgindo: rádio, cinema e TV. Cada qual a seu tempo e cada uma reproduzindo seu antecessor. Tanto é assim que a internet usa recursos audiovisuais. Os conteúdos existentes na Web são classificados por Ward (2002: 192) em quatro tipos principais. São eles:

- Estático (qualquer informação que não está sujeita a mudança ou que sofra mudança esporádica e eventual. Por exemplo, o expediente do Webjornal).

– Dinâmico (encontrado nas seções de últimas notícias e atualizado constantemente).

– Funcional (dado por menus e barras de navegação. Sites geralmente oferecem uma lista de manchetes para facilitar o acesso).

– Interativo (estimulam a interação com o usuário. Como exemplo os formulários de cadastro de usuário e fóruns).

O texto de Web deve ser 50% menor que para o impresso. A Web é a única mídia que se precisa ter cuidado ao redigir já que é diferente das demais. Escreve-se para uma página de Internet que se apresenta como única e separada do site. E se escreve para um espaço flexível que depende da resolução. A informação na Web não é linear, por isto se pode fazer uso da hipermídia (links). No entanto se deve ter cuidado para não colocar links vagos ou imprecisos, pois a conseqüência pode ser a desistência do internauta em ver o site. Situações a evitar na escolha de colocação de links: Evite usar mais de duas palavras por frase com indicação de vínculo, Evite o Clique Aqui. O link pode trazer auxílios como tamanho de arquivo, tipo de mídia e outros.

Os leitores de Web não lêem palavra por palavra fazem uma leitura “scanner”. Existem quatro tipos de leitura:

- Superficial (leitor move os olhos rapidamente buscando retirar dele o essencial),

- Varrimento (o leitor focaliza rapidamente partes específicas da informação),

- Intensiva (quando o leitor para por julgar que o texto relevante, ele busca informação mais precisa),

-Extensiva (quando leitor imprime o texto para ler por julgá-lo extenso demais para ser lido no monitor).

Sétima aula - 13/09/2007 - Por Rosália Fraga



TEXTOS & PRETEXTOS


Jornalismo Online - Mais um meio de comunicação (Com o apoio do artigo "O novo Jornalista Profissional", de Luciano Miranda)

No texto o autor esclarece alguns parâmetros para um jornalismo de qualidade na era digital, afirma que o que dá sentido a técnica são as práticas das pessoas. O fundamental é que se conheçam as técnicas e saibam operá-las, mas o mais importante é saber produzir o sentido necessário para a missão jornalística. O jornalista trabalha com dados brutos, onde o profissional agrega conhecimento proveniente de sua formação e estilo e transformando esses dados em informações. Existem três dimensões, no novo meio jornalísticos, são elas: real versus virtual, espaço versus tempo e público versus privado. Estas dimensões estabelecem relações diferenciadas com categorias semelhantes em outras mídias. O cuidado com o plágio de informações, o leitor que está em outro lugar, vivendo em um outro instante e a vida íntima exposta através de webcans e aparatos eletrônicos, são as relativizações a serem observadas no jornalismo on-line para realizar um trabalho de qualidade. A partir do momento que a idéia de notícia é substituída pela idéia de informação, o leitor vira o cliente e seu produto de consumo a informação. Neste momento a informação passa a ter como característica a velocidade necessitando de atualizações constantes em um meio digital a internet.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

O CONCEITO DE USABILIDADE

Atividade do dia:
Produzir texto de 20 linhas para o blog, com base no material recebido em aula.
Deve constar: nome do autor e nome da obra.
Distribuir seu texto para todos os colegas via e-mail.
TODOS os textos recebidos deverão ser postados.


O texto de Pollyana Ferrari, “O Conceito de usabilidade”, traz à tona a convicção de que a web só veio somar em nossas vidas. O termo usabilidade é visto pela autora como a utilidade de produtos e serviços oferecidos pela internet; ela afirma ser essencial no mundo virtual.
O teste de usabilidade é cada vez mais oferecido aos que consomem pela rede. Assim se estabelece certa cumplicidade às partes; é um meio de interação. A autora alerta para o fato de que a usabilidade, em sites pagos, só é oferecida após a compra.
Os fatores que agregam a utilidade de sites e serviços é, em primeiro lugar, se ele(s) cumpre(m) o papel proposto. Outra questão é a praticidade. Hoje, no mundo corrido, quanto mais prático e dinâmico, melhor. E isso vai muito do desing da página na internet.
Pollyana comenta sobre a importância da usabilidade aos jornalistas. Cada vez mais presente no dia-a-dia destes profissionais, que precisam atuar como gerentes de produto, cuidando da apresentação dos sites e do planejamento para que o produto ou serviço seja sempre atrativo na web. Os textos devem ser curtos e diretos (como em rádio) e deve haver muitas fotos, ilustrações e imagens, sempre “casando” as tonalidades para não “agredir” o olhar e “explusar” o internauta.

Conteúdo da sexta aula - análise de documentário

O documentário apresentado em aula é um dos episódios do DVD de comemoração aos 35 anos do telejornal Jornal Nacional, da Rede Globo. O material mostra a dura realidade enfrentada no Brasil pela população que passa fome e trabalho para manter-se viva. Marcelo Canelas mostra no vídeo (exibido em 2001 no JN), uma reportagem no sul do Ceará, onde morre um bebê a cada cinco minutos. Profissionais da psiquiatria constatam que 36 milhões de pessoas no Brasil não sabem se terão a próxima refeição.
O Brasil é vice-campeão mundial de concentração de renda, só perde para Serra Leoa.
Por aqui existem programas capacitados para quem pode e deseja reverter os altos índices de pobreza e fome que rondam a população brasileira. A cidadania contra a fome atende os voluntários pelo telefone: 0800.202000. A UNICEF, que é uma Fundação de combate à fome, lincada à ONU, atende pelo número 0800.618407 no Brasil.
E a Pastoral da Criança em Curitiba, pelo (0XX) 41336050.
A mortalidade e a desnutrição no Brasil pode ser reduzida. Segundo o médico Flávio Valente, que coordena 87 entidades que lutam contra a fome, "todos nós somos responsáveis por mudar essa situação, não é tão difícil assim".

Sétima aula, 13/09/2007, por Daniel Fávero


TEXTOS & PRETEXTOS


Características e implicações do jornalismo na Web


O Leitor como Emissor( Com o apoio do artigo publicado pela Professora Doutora Luciana Mielniczuk, da UFBA)

A autora aborda em um trabalho, de cunho científico, com observações e indagações feitas a sobre um tipo de veículo relativamente novo para o Jornalismo: o “Webjornalismo”. Para Luciana, as novas ferramentas e formas de propagação da notícia na rede mundial de computadores merecem atenção devido as mudanças que estes novos métodos podem trazer ao formato clássico do jornalismo.A liberdade de navegação do leitor, neste caso internauta (ver foto acima), por meio do conteúdo, os links para conteúdos relacionados (denominados de hyperlinks), a possibilidade de uso de recursos multimídia e até mesmo a quantidade de conteúdo, são mudanças observadas pela autora em seu trabalho.Estes e outros fenômenos contemporâneos, que tem como local de atuação, a internet realmente trazem uma nova perspectiva de entendimento e indagações a respeito do futuro deste ou daquele determinado veículo, no caso do jornalismo.Em tempos atuais, é impossível se ter a mesma relação entre emissor, meio e receptor. O sistema que antes era retilíneo passa a ser circular, constante e multidirecional, ou seja, o emissor, no caso o jornalista, passa a ser influenciado pelo leitor, seja por meio dos emails recebidos ou pelo simples fato de o jornalista sofrer o mesmo tipo de influências diversas, a que o leitor esta sujeito, no decorrer de sua vida. A proximidade entre o jornalista e o leitor passa a ser maior e, a influência de ambos, em ambos também. Por isso a segmentação no conteúdo pode ser cada vez maior, mas por parte do leitor, que é quem dita o que quer ler.